A espiritualidade, a religião, e todos os recursos que são usados pelo homem e mulher
e mesmo assim o mundo não faz sentido
Estou tentando encontrar respostas para o além
Mas tudo que é factível tem sido fracassado
Será isso um atalho para os pensamentos?
ou será um atalho para os sentimentos?
Quantos quartos preciso reabrir?
Eu tenho olhado em cada canto escuro
tenho tentado tantos destinos, mas não há nada lá
Espero que toda essa dor possa me trazer respostas algum dia.
O mundo se sente assim tão solitário só porque os outros têm os mesmos problemas que você?
Espero que sim
(Morbius, Necromentia)
3 de janeiro de 2014
Morbius
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Trechos de Filmes
30 de dezembro de 2013
Coração a mil
Alterações nos pensamentos
Sinto que dentro de mim nada está mais estabilizado
Será que esse é o ultimo suspiro?
Será que terei pelo menos um ultimo abraço?
Palpitações fazem eu sentir rapidamente a realidade
Uma energia desesperadora domina meu corpo
E meu coração entra em colapso.
A vida em forma de arritmia,
Vivendo em distúrbio
Dias em formas de taquicardia,
A frenesi do mundo.
Dias incompletos em horas irregulares
O tempo está acelerando junto com o coração
Será que o tempo vai parar?
E vai me sucumbir para a escuridão?
Onde o tempo não passa
As vezes não gosto de pensar.
A sensação de morte iminente entra no quarto
Solidão em um quarto cheio de pessoas num hospital qualquer
Você faz coisas por impulso e os impulsos elétricos do teu coração quase param
Você sente que os sinais podem parar
Você percebe que está sozinho e não há mais ninguém para se contrair em você
Não há abraços mais.
Não sobrou beijos para beijar
Não sobrou corações para amar
Agora eu sinto calafrios em minhas próprias chamas
O fogo de viver a vida é intenso até você se queimar
Você olha para o espelho e percebe o quanto você estava desfigurado
Seu reflexo está ali, mas é como se não houvesse mais alma
Como se o mundo estivesse girando ao contrário.
Como posso ser tão capaz de errar de uma maneira tão perfeita?
Eu sou tão perfeito quando erro
O mesmo colapso de tudo
As mesmas ruas invertidas
Os mesmos postes sem luz
O mesmo tom obscuro.
Mas uma dor pode salvar uma vez a sua vida
A segunda chance pode vir em forma de lâminas
Teremos alguns cortes
Mas nada do que não possa ser costurado
A vida é assim
Cheia de retalhos
Eu posso me ver agora
Eu sinto agora
Eu ainda estou vivo
Renovado.
Acordei pra vida dentro da minha própria vida
Um inception de realidade
Um início sem fim...
Nessa guerra contra mim mesmo
Ainda sou um soldado
Cheio de cicatrizes
Implacável.
Sinto que dentro de mim nada está mais estabilizado
Será que esse é o ultimo suspiro?
Será que terei pelo menos um ultimo abraço?
Palpitações fazem eu sentir rapidamente a realidade
Uma energia desesperadora domina meu corpo
E meu coração entra em colapso.
A vida em forma de arritmia,
Vivendo em distúrbio
Dias em formas de taquicardia,
A frenesi do mundo.
Dias incompletos em horas irregulares
O tempo está acelerando junto com o coração
Será que o tempo vai parar?
E vai me sucumbir para a escuridão?
Onde o tempo não passa
As vezes não gosto de pensar.
A sensação de morte iminente entra no quarto
Solidão em um quarto cheio de pessoas num hospital qualquer
Você faz coisas por impulso e os impulsos elétricos do teu coração quase param
Você sente que os sinais podem parar
Você percebe que está sozinho e não há mais ninguém para se contrair em você
Não há abraços mais.
Não sobrou beijos para beijar
Não sobrou corações para amar
Agora eu sinto calafrios em minhas próprias chamas
O fogo de viver a vida é intenso até você se queimar
Você olha para o espelho e percebe o quanto você estava desfigurado
Seu reflexo está ali, mas é como se não houvesse mais alma
Como se o mundo estivesse girando ao contrário.
Como posso ser tão capaz de errar de uma maneira tão perfeita?
Eu sou tão perfeito quando erro
O mesmo colapso de tudo
As mesmas ruas invertidas
Os mesmos postes sem luz
O mesmo tom obscuro.
Mas uma dor pode salvar uma vez a sua vida
A segunda chance pode vir em forma de lâminas
Teremos alguns cortes
Mas nada do que não possa ser costurado
A vida é assim
Cheia de retalhos
Eu posso me ver agora
Eu sinto agora
Eu ainda estou vivo
Renovado.
Acordei pra vida dentro da minha própria vida
Um inception de realidade
Um início sem fim...
Nessa guerra contra mim mesmo
Ainda sou um soldado
Cheio de cicatrizes
Implacável.
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18 de dezembro de 2013
Rochester
"Muito vinho tomei enquanto discursava
sobre quem dormia com quem e no colo de quem sentava.
Quando eu ainda tomado pela embriagues espúria,
tentei curá-la através da luxuria.
Fui até o parque de Santiago esfriar minha cabeça e me entregar ao diabo.
Mas embora o parque leve o nome de santo,
é consagrado ao pênis e a vagina pelos cantos,
lá incestuosos nascimentos bradam da terra fértil os acasalamentos,
e a noite sob suas sombras e gemidos,
roubos, estupros, incestos são cometidos."
-Conde de Rochester
sobre quem dormia com quem e no colo de quem sentava.
Quando eu ainda tomado pela embriagues espúria,
tentei curá-la através da luxuria.
Fui até o parque de Santiago esfriar minha cabeça e me entregar ao diabo.
Mas embora o parque leve o nome de santo,
é consagrado ao pênis e a vagina pelos cantos,
lá incestuosos nascimentos bradam da terra fértil os acasalamentos,
e a noite sob suas sombras e gemidos,
roubos, estupros, incestos são cometidos."
-Conde de Rochester
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Trechos de Filmes
19 de novembro de 2013
0:T3mp0
O tempo não resolve as coisas que você mesmo poderia resolver
O tempo destrói tudo, inclusive o agora.
Agora mesmo que escrevo esse texto, eu estou perdendo tempo
Eu poderia estar lá fora correndo atrás de meus objetivos
Mas resolvi escrever esse texto sobre o tempo
Consequentemente me fazendo perder tempo
Logo esse texto será apenas uma lembrança
Uma lembrança sobre o tempo
Que o cérebro automaticamente apaga
Substituindo o tempo que você acaba de desperdiçar por uma outra lembrança.
Você não lembra dos momentos, você se relembra da ultima lembrança.
Lembranças que logo serão apenas vestígios
Evidências de uma tolice, como num crime
Cinzas que o tempo queimou
Aos poucos o tempo vai desaparecendo sobre o próprio tempo
O tempo, ele mesmo se destrói aos poucos
Ele mesmo se mata
Ele é irreversível
O tempo é suícidio
O tempo não corre
O tempo não voa.
O tempo viaja mais rápido do que a própria velocidade da luz.
E nenhum som pode ouvi-lo passar
E por mais que você tente controlar o teu pensamento
E por mais que você tente colocar em ordem qualquer sentimento
O tempo só vai te pregar peças, com a ilusão que tudo logo irá ficar bem, com o tempo.
"Como a luz que pensa que viaja mais rápido do que qualquer coisa, mas não importa o quão rápido a luz viaje, ela sempre descobre que a escuridão chegou la primeiro, e estava esperando por ela."
Como eu, que tanto tentei falar sobre o tempo nesse texto
Que acabei perdendo a noção do tempo.
Acho que só perdi meu tempo.
(com você)
O tempo destrói tudo, inclusive o agora.
Agora mesmo que escrevo esse texto, eu estou perdendo tempo
Eu poderia estar lá fora correndo atrás de meus objetivos
Mas resolvi escrever esse texto sobre o tempo
Consequentemente me fazendo perder tempo
Logo esse texto será apenas uma lembrança
Uma lembrança sobre o tempo
Que o cérebro automaticamente apaga
Substituindo o tempo que você acaba de desperdiçar por uma outra lembrança.
Você não lembra dos momentos, você se relembra da ultima lembrança.
Lembranças que logo serão apenas vestígios
Evidências de uma tolice, como num crime
Cinzas que o tempo queimou
Aos poucos o tempo vai desaparecendo sobre o próprio tempo
O tempo, ele mesmo se destrói aos poucos
Ele mesmo se mata
Ele é irreversível
O tempo é suícidio
O tempo não corre
O tempo não voa.
O tempo viaja mais rápido do que a própria velocidade da luz.
E nenhum som pode ouvi-lo passar
E por mais que você tente controlar o teu pensamento
E por mais que você tente colocar em ordem qualquer sentimento
O tempo só vai te pregar peças, com a ilusão que tudo logo irá ficar bem, com o tempo.
"Como a luz que pensa que viaja mais rápido do que qualquer coisa, mas não importa o quão rápido a luz viaje, ela sempre descobre que a escuridão chegou la primeiro, e estava esperando por ela."
Como eu, que tanto tentei falar sobre o tempo nesse texto
Que acabei perdendo a noção do tempo.
Acho que só perdi meu tempo.
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14 de novembro de 2013
Rotina
Hoje não deveria ser hoje
Amanhã não deveria ser amanhã
Ontem não deveria ter sido ontem
A dilaceradora rotina
Que mata o tempo
Tempo que assassina os minutos
Minutos que tortura cada segundo de minha vida
Matando a mim mesmo Meus vícios se viciaram em mim Minhas emoções quebraram o gelo, o transformando em paixões. Paixões que me queimam de dentro pra fora Agora eu sou o meu próprio despertador E eu me tornei uma bomba relógio
Eu poderia explodir o mundo, se eu pudesse A rotina fria e calculista
Que planeja metodicamente o meu assassinato
A cada manhã que levanto no tic tac do despertador
Já imaginando o tanto de melancolia no cobertor
O sangue já espirrado na parede do meu quarto Em forma de um coração sem amor
O tempo tornou-se sádico
Tornou-se a minha dor
E na parede suja velha, um tom forte avermelhado
Uma tragédia com traços bem desenhados.
Aquelas olheiras ao sol Aquele mórbido olhar sem expressão Já preparando um café amargo Saindo de casa com a mesma companhia de sempre
A ansiedade manipuladora e malvada Que sussurra no meu ouvido
Querendo sempre voltar logo para a casa
Querendo voltar sempre para o mesmo lugar Para repetir e repetir Novamente e novamente
A mesma morte de todas as manhãs
No despertar sombrio Na mesma rotina que levo
Perto de uma cova rasa. Com a sensação que um dia tudo poderia mudar
Mas que nunca muda Mas que nunca acaba.
Matando a mim mesmo Meus vícios se viciaram em mim Minhas emoções quebraram o gelo, o transformando em paixões. Paixões que me queimam de dentro pra fora Agora eu sou o meu próprio despertador E eu me tornei uma bomba relógio
Eu poderia explodir o mundo, se eu pudesse A rotina fria e calculista
Que planeja metodicamente o meu assassinato
A cada manhã que levanto no tic tac do despertador
Já imaginando o tanto de melancolia no cobertor
O sangue já espirrado na parede do meu quarto Em forma de um coração sem amor
O tempo tornou-se sádico
Tornou-se a minha dor
E na parede suja velha, um tom forte avermelhado
Uma tragédia com traços bem desenhados.
Aquelas olheiras ao sol Aquele mórbido olhar sem expressão Já preparando um café amargo Saindo de casa com a mesma companhia de sempre
A ansiedade manipuladora e malvada Que sussurra no meu ouvido
Querendo sempre voltar logo para a casa
Querendo voltar sempre para o mesmo lugar Para repetir e repetir Novamente e novamente
A mesma morte de todas as manhãs
No despertar sombrio Na mesma rotina que levo
Perto de uma cova rasa. Com a sensação que um dia tudo poderia mudar
Mas que nunca muda Mas que nunca acaba.
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11 de novembro de 2013
-Carrera-
Eu não sei exatamente como tudo começa.
Talvez seja apenas a súbita necessidade de sentir alguma emoção
Aliás nada sei ao certo.
Mas é como se não houvesse um fim.
Como a cor de um fantasma que segue uma estrada reta
Procurando uma vida.
Uma vida para seguir
Mas tudo não passa de um deserto
Uma miragem reta e transparente
Transparecendo a mente em formas de linhas retas, que alinha a paranoia.
Paranoias que ficam tão claras, tão brancas.
A euforia de uma pista que nos leva ao desconhecido.
O destemido sanguinário de uma guerra, contra ele mesmo.
A solidão, de posto em posto, a bebida e o sombrio
A sensação de realidade parece que vai se alinhar pra sempre.
Mas são apenas linhas distorcendo tudo
Desalinhando as linhas do meu raciocínio
Me tirando da linha.
Talvez seja apenas a súbita necessidade de sentir alguma emoção
Aliás nada sei ao certo.
Mas é como se não houvesse um fim.
Como a cor de um fantasma que segue uma estrada reta
Procurando uma vida.
Uma vida para seguir
Mas tudo não passa de um deserto
Uma miragem reta e transparente
Transparecendo a mente em formas de linhas retas, que alinha a paranoia.
Paranoias que ficam tão claras, tão brancas.
A euforia de uma pista que nos leva ao desconhecido.
O destemido sanguinário de uma guerra, contra ele mesmo.
A solidão, de posto em posto, a bebida e o sombrio
A sensação de realidade parece que vai se alinhar pra sempre.
Mas são apenas linhas distorcendo tudo
Desalinhando as linhas do meu raciocínio
Me tirando da linha.
28 de outubro de 2013
A Saudade
Entre as minhas idas e vindas.
Em algum lugar no meio delas, você se perdeu.
Desapareceu em meio a neblina.
Partiu para um outro caminho.
Seguiu para uma outra avenida.
Evitando os becos escuros que eu te perseguia.
Deixou-me só em uma encruzilhada.
Na encruzilhada da nossa despedida.
Perdemos o controle e mesmo assim eu não percebia.
Que se eu não fizesse nada.
Do meu mundo logo você fugiria.
E você se foi.
Deixando o nosso universo em cinzas.
Agora te abraço sem te tocar.
É como se você estivesse em outra dimensão.
Me vigiando.
Lembrando.
É como se você estivesse num lugar do passado.
E nossas lembranças são como uma máquina do tempo que nos fazem viajar através de nossos pensamentos.
Unindo nossos corpos em um brilhante e complexo sentimento.
Lembranças que fazem mundos colidirem.
Fazendo nossos corações terem uma explosão cósmica.
Criando um luar que ilumina nossas noites antes de dormir.
Fazendo as estrelas brilharem em nossas janelas trancadas pelo medo.
Unindo nossas almas mesmo que em universos paralelos.
Nessa imensidão escura que se escondemos.
Lembranças que vagam no espaço como meteoros.
Somente esperando um lugar e tempo exato para colidir.
Fazendo nossos abraços se encontrarem.
Talvez.
Talvez encontrar uma fenda no tempo que estamos distantes.
Mas ainda estamos em queda nessa atmosfera de lembranças.
Lembranças que nos trazem uma unica sensação.
Essa sensação de estarmos perdidos no espaço.
No espaço que criamos entre nós.
Entre tanto espaços, entre tantos universos.
O nosso acaba de ganhar o nome de Saudade.
Em algum lugar no meio delas, você se perdeu.
Desapareceu em meio a neblina.
Partiu para um outro caminho.
Seguiu para uma outra avenida.
Evitando os becos escuros que eu te perseguia.
Deixou-me só em uma encruzilhada.
Na encruzilhada da nossa despedida.
Perdemos o controle e mesmo assim eu não percebia.
Que se eu não fizesse nada.
Do meu mundo logo você fugiria.
E você se foi.
Deixando o nosso universo em cinzas.
Agora te abraço sem te tocar.
É como se você estivesse em outra dimensão.
Me vigiando.
Lembrando.
É como se você estivesse num lugar do passado.
E nossas lembranças são como uma máquina do tempo que nos fazem viajar através de nossos pensamentos.
Unindo nossos corpos em um brilhante e complexo sentimento.
Lembranças que fazem mundos colidirem.
Fazendo nossos corações terem uma explosão cósmica.
Criando um luar que ilumina nossas noites antes de dormir.
Fazendo as estrelas brilharem em nossas janelas trancadas pelo medo.
Unindo nossas almas mesmo que em universos paralelos.
Nessa imensidão escura que se escondemos.
Lembranças que vagam no espaço como meteoros.
Somente esperando um lugar e tempo exato para colidir.
Fazendo nossos abraços se encontrarem.
Talvez.
Talvez encontrar uma fenda no tempo que estamos distantes.
Mas ainda estamos em queda nessa atmosfera de lembranças.
Lembranças que nos trazem uma unica sensação.
Essa sensação de estarmos perdidos no espaço.
No espaço que criamos entre nós.
Entre tanto espaços, entre tantos universos.
O nosso acaba de ganhar o nome de Saudade.
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11 de outubro de 2013
Orgasmo !
Na madrugada o fogo conspira
Invadindo nossas mentes através do vento na janela
Dando vida aos nossos corpos
Dando vida a fantasia
Te tocando
Te sufocando
Quebrando entre nós dois
Cada barreira fria
E por mais que você tente resistir
Mais você permanece
Mais você fica
Tua alma queima junta com a minha
Se completam
São parecidas
Como a intensidade
De uma tempestade
É fogo
É sombria
Por mais que você tente falar
O prazer lhe sufoca
Por mais que você tente suspirar
O orgasmo te enforca
Apenas seu tesão respira,
Te beijo, te pego por costas.
No teu pescoço toda a força envolvida
Pés juntos
Pernas entralaçadas
Apenas mais um suspiro
E o teu nervo atrofia.
Você goza
Você grita!
Invadindo nossas mentes através do vento na janela
Dando vida aos nossos corpos
Dando vida a fantasia
Te tocando
Te sufocando
Quebrando entre nós dois
Cada barreira fria
E por mais que você tente resistir
Mais você permanece
Mais você fica
Tua alma queima junta com a minha
Se completam
São parecidas
Como a intensidade
De uma tempestade
É fogo
É sombria
Por mais que você tente falar
O prazer lhe sufoca
Por mais que você tente suspirar
O orgasmo te enforca
Apenas seu tesão respira,
Te beijo, te pego por costas.
No teu pescoço toda a força envolvida
Pés juntos
Pernas entralaçadas
Apenas mais um suspiro
E o teu nervo atrofia.
Você goza
Você grita!
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O lado do meu lado sombrio - parte3
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9 de outubro de 2013
O Lado do meu lado sombrio - parte2
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